quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

vida de faltas intensas



mesmo a falta de vida pode ser intensa.

uma perturbadora inversão, um paradoxo incômodo em que as memórias da tristeza, desalento e melancolia - nas quais só se deveria encontrar resquícios de um cotidiano indiferente, revolvem intensidade pura.

Intensidade na falta de intensidade.

Um comentário:

Unknown disse...

só digo uma coisa pra você:
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larguei um dub no carro
e fui dá um rolé
com 5 conto, uma cerva e os amigo
fiz a missão e a massa tá no brilho
partiu, e seja o que Deus quiser.
de óculos escuros eu vejo o que você não vê
as mulézinha doidona dando pala
a playboyzada enchendo o cu de bala
e o grave enchendo as luzes de cor

segue a babilônia alucinada dessa geração
mais uma festa alucinada em outra dimensão
sigo tranqüilo me esquivando da estagnação
sem bad trip nada me abala
abra a sua mente, faça sua mala

pobre de espírito
aquele que não se aventurar
o comodismo é um mal parasitário
juventude perdida é o caralho
eu tenho muito mais pra dizer.
e nem preciso de muito pra viver na paz
só o meu skate, a praiana e simpatia
nobre de alma é quem vive em harmonia
mantenho o equilíbrio onde for
segue a babilônia alucinada em degeneração
dando lugar a luz que vem de cada coração
sigo pro alto, a bpm da evolução
sem bad trip nada me abala
abra a sua mente, faça sua mala